A maioria dos relacionamentos tende a falir devido à falta de respeito com a liberdade do outro, partindo-se da premissa de que liberdade não é palavra sinônima de libertinagem.
A começarem pelas cobranças infundadas até o controle desnecessário, muitos casais tendem a sufocar suas vidas entre tapas e beijos levando o relacionamento ao mais patético fracasso, deixando como resultado um mar de mágoas e vidas totalmente desestruturadas, sem contar com as vitimas inocentes de tão triste união.
Pobres filhos que por vezes são feitos de escudo, onde uma das partes procura manipular os sentimentos do outro. A violência doméstica é uma realidade notória nos dias de hoje e não se enganem que só as mulheres são vitimas, muitos homens são vitimas de mulheres possessivas e sem escrúpulos, que manipulam e ditam as regras mais absurdas para alguns casamentos, da mesma forma que homens egoístas e chauvinistas imbuídos de um ego narcisista não vêem nada mais que o próprio umbigo.
Sei que esta condição de vitima e vilão, faz surgir uma patologia crônica entre sádicos e masoquistas. Na verdade um é totalmente dependente do outro e muitas vezes culpam a tenra idade dos filhos ou condições financeiras insuficientes para prover a prole. Disso sei bem, mas tudo tem principio, meio e fim e acreditem no momento que um dos cônjuges supera a patologia toma dois caminhos distintos ou põe um fim em todo o relacionamento ou procura ajuda capacitada. Eu procurei, sou uma masoquista em recuperação onde o ópio da culpa deu lugar a um profissionalismo compensador.

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